quarta-feira, 29 de abril de 2015

Maquetes e modelos - reciclando brinquedos e outros objectos

Quando tinha 17 ou 18 comecei a fazer objectos tridimensionais. no início eram coisas quase abstractas mas depressa derivou para algo mais objectivo e depois para a ficção, que então já era  uma paixão.

 Concha vampiro:  Concha. 4 dentálios, pasta de madeira, gase, silicone e uma base de cortiça.  Anos 80.









 A minha primeira "nave" reciclava uma caixa de relógio esférica,uma jante de mota de um "kit", a protecção de uma maq. de barbear, 4 berlindes de plástico, os travões de calços da mota, dois astronautas da "airfix", fios e decalcomanias.


Depois aprendi a fazer maquetes como deve ser. E os horizontes alargaram-se.


 do sério para a brincadeira era um passo curto.

Maquete da minha janela comigo lá dentro anos 80. Cortiça vidro e madeira.
     Mais tarde tudo se tornou mais sério. Nos anos 90 (sec. XX) concrtetizaram-se pelo menos 3 grandes exposições e vários Workshops.Tudo começa com um ar muito simples. Antes das pinturas muitas coisas parecem um monte de lixo algo desconexo. a pintura torna tudo mais coeso, fisica e visualmente.






com os rolos de papel e garrafas fazem-se grandes fabricas e cidades.





 Nave para exploração e deslocação de meteoros. Os meteoros são espuma de enchimento. Foto analógica.

As imagens que se seguem mostram o modelo numa fase anterior à pintura.


 restos de brinquedos ,outros modelos, isqueiros, caixas de cds,fios elec.,balsa,etc.



 Balsa e plástico
 Foto analógica o mar é feito com papel de lustro e algodão




As paredes das garagens e plataformas foram feitas com caixas de cds, tampas e restos de brinquedos.
as torres conseguiram-se com ripas de balsa ou plástico.







Uma das naves favoritas




e outra que é muito pequena mas resultou bonita (acho).






 Nave em balsa o fundo é pintado a gouache.
acabou por ir parar a uma BD. Gouache sobre cartão.




 Plástico


 A partir de uma "philishave" de duas cabeças



O Posto da fronteira mais a norte.    Plástico. balsa, cartão e outros restos de brinquedos.





 Aspecto de um carro voador, visto por baixo, antes da pintura.

 Um"transportador ". Um modelo muito pequeno.



 Início de uma árvore obtida com fio electrico e pasta de moldar

outra arvore com um sagitários em plástico.
se o brinquedo está partido... constroi-se de novo.



 projecto de nave obtida através de dois "blisters" de super-cola, uma garrafa de água, doseadores de detergente, cartão e outras peças. Nave de dois elementos.


 Muitos discos voadores nasceram de tampões auto perdidos. Este froi electrificado e levou leds.
A pintura é fundamental no acabamento dos modelos.


pástico, pasta moldar, cartão,etc

.






Boneco em pasta de moldar.  As armas vieram de brinquedos.


A imagem completa levou bonecos de outras dimensões para dar a ideia de profundidade num espaço muito reduzido.   Mais tarde, para outras exposições, todas as imagens foram retocadas digitalmente ou refeitas.
outros bonecos e veículos feitos em pasta e plástico.



 A neve é feita com farinha ,algodão e spray para decoração de natal.







 to bee... or not to bee.



Os "action man" passam a astronautas. os fatos feitos com pasta de moldar ,a mochila com "roofmate" e o capacete com um plástico.os cintos em cartolina, etc.




 A guerra biológica.... o fumo é de cigarro.







Laboratório e  "robs"
 detalhe do laboratório obtido a partir de expositores de canetas.


O cenário é montado com pedra natural, açucar amarelo, cacau e café em pó.

Lancha de desembarque muito detalhadas
 fotos analógicas.




 com elementos móveis para se ver os interiores


Os objectos foram retocados digitalmente mais tarde




Projectos de armas de ficção










 O início de uma mota voadora tipo "star wars"

Tudo começa com fragmentos variados que vão sendo "bricolados"


 No fim sai um submarino. Foto analógica. O tubarão é pendurado com um fio.
algumas ainda foram retocadas anos mais tarde por processos digitais e seviram para bandas desenhadas



Mais tarde ainda transformei uns teleguiados e tentei outros temas.



Ainda continuo a criar "janelas", embora sejam um pouco diferentes. Cartão, cortiça, madeira, pauzinhos de espetadas e tinta para plásticos.
o preso olha a borboleta

 A"caixa de pandora" mas com multiplos universos secantes. Onde existe vida, existe a morte. Onde existe inteligência, existe dor. Nós, pequenos, procuramos olhar para dentro e lá atrás o olho"divino".   A eterna pergunta. - Para que serve tudo isto?            secXXl
O "Nautilus" feito em balsa.

 uma garagem recuperada e transformada para um ar mais realista.

As primeiras exposições com pintura a condizer.



Finalmente outro tipo de projectos para os mais pequenos.







E AGORA UNS AVIÕES











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